O que fazer em Paris: não deixe de conhecer Montmartre

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Quando se pesquisa sobre o que fazer em Paris, normalmente a única atração citada do bairro de Montmartre é a belíssima Basílica de Sacré-Coeur, mas não se apegue apenas a isso e venha comigo ver o que o antigo reduto dos artistas Van Gogh, Monet, Renoir e muitos outros tem a oferecer.

O bairro tem um ar bucólico, cheio de ruazinhas de paralelepípedos e bem arborizado. Também é conhecido pela boemia, pela agitada vida noturna e pelas pracinhas cheias de gente.

Quando visitei Paris, no ano passado, fiquei hospedada num studio em Montmartre. Vou dizer pra vocês que achei muito fofo os arredores da igreja, a arquitetura do lugar, subindo mais a colina. Mas também tinha lido e ouvido sobre furtos e golpes que são comuns por lá e, como boa carioca que sou, tomei meus cuidados básicos do dia a dia e, graças a Deus, não tive nenhum problema.

Agora, fiquem com a listinha e aproveitem o passeio!

Dicas de o que fazer em Paris – Montmartre

Sacré-Coeur

Igreja que fica no alto da colina e proporciona uma vista deslumbrante da cidade. Seu nome significa Sagrado Coração e foi construída no ano de 1873.

Você pode subir pelas escadarias da igreja ou pelo bondinho. É mais recomendável subir pelo bondinho, já que nesta área tem algumas pessoas aplicando o golpe do cordãozinho, já ouviu falar? Eles te abordam dizendo que o cordãozinho é de graça e nem precisa você aceitar porque eles mesmo já vão amarrando no seu braço. Depois, cobram um valor de doação e se você não quiser pagar, eles arrumam confusão, gritam e podem ser violentos. Eu subi por um caminho alternativo, que o Google me deu e depois descobri que não é comum turistas passarem e, por isso, não tem vendedores e os caras que aplicam golpes.

Comércio

Perto da igreja tem um comércio de rua, com lojinhas de artigos baratinhos, do tipo Saara (RJ) ou 25 de março (SP), só que bem menor. Vá caminhando e você também verá muitos pintores na rua, que te abordam educadamente perguntando se está interessado em fazer uma caricatura.

Amélie Poulain

Para os amantes do filme O fabuloso destino de Amélie Poulain (como eu!) o café em que a personagem do filme trabalhava é parada obrigatória, mesmo que você não entre. Bom, claro que não me aguentei e, depois do almoço, entrei pra tomar um cappuccino com um crepe de Nutella. Ele fica na Rue Lepic, 15.

Almocinho delícia

Na mesma rua do café da Amélie Poulain, tem um monte de restaurantes simpáticos para almoçar. O que mais nos chamou atenção, pelo preço e pela beleza dos pratos que a gente via passando, foi o Chez Julien. Sem falar na moça linda, que parece ser a dona do restaurante, que nos atendeu super bem. Ele é bem pequeno e fica no início da rua.

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Parece pouca comida… e é! Mas todos os pratos parisienses tem pouca comida mesmo. Estava muito bom. Foto: arquivo pessoal.

Moulin Rouge

Assim que avistei o teatro, comecei a cantar mentalmente Lady Marmalade. hahaha Seu nome significa moinho vermelho e foi construído em 1889. Nos seus tempos áureos era frequentado pela elite parisiense e pintores famosos, como Renoir e Henri de Toulouse-Lautrec, que retratavam as dançarinas de cancan. Atualmente, o antigo cabaré exibe grandes espetáculos teatrais durante um belo jantar. É possível apreciar as apresentações mediante reserva (e uma boa grana). Dá uma olhadinha no site aqui, que é lindo e cheio de fotos antigas. Ele fica na Boulevard Clichy, 82.

Le Mur des Je t’Aime

É um muro onde Eu te Amo está escrito em mais de 300 idiomas. Ele fica na Place des Abbesses.

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Foto: Wikipedia

No geral, achei o bairro bem simpático e agradável para caminhar com meu marido. Gostamos de ficar observando como é o dia a dia das pessoas na rua, como eles se comportam, então é sempre um prazer pra gente fazer longas caminhadas em lugares desconhecidos. Mas, tomando aquele cuidado maroto de sempre porque malandro sempre identifica turista pra se aproveitar de qualquer descuido. 😉

Para conhecer melhor a história do bairro, recomendo esse post do Conexão Paris.

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